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segunda-feira, 28 de abril de 2008

As experiências




No dia 22 de Abril, eu e os meus colegas fizemos algumas experiências sobre electricidade.
Ao longo destas experiências fomos acompanhados pela professora Catarina Afonso, que é professora de Ciências.
Para isso utilizámos vários materiais como fios de cobre, lâmpadas, molas e pilhas.
Ao fazer estas experiências soubemos que elas só davam resultado se o circuito estivesse fechado.
De seguida, eu e o meu grupo (eu, Diogo, Cristiano, Andreia Filipa, João e Rita Costa) construímos um interruptor.
Por fim, utilizámos materiais diferentes para ver com quais é que o circuito eléctrico funcionava.
Eu adorei saber mais acerca da electricidade. Adorei estudar desta forma!
Mafalda Torres
4.º J

As nossas experiências





Hoje à tarde conhecemos a professora Catarina Afonso, professora de Ciências da Natureza. Ensinou-nos muitas coisas, como por exemplo, a montar um circuito eléctrico, a distinguir materiais condutores e materiais não condutores.
Construímos um interruptor com cortiça, pionés e um clip e utilizámos também vários materiais como a lâmpada, fios de cobre e uma pilha.
Experimentámos vários modos de acender a lâmpada com os fios e a pilha.
Depois de estudarmos os circuitos eléctricos, a professora Catarina desenhou no quadro um circuito ara nós, os alunos, construirmos com os materiais que tínhamos para serem utilizados.
A professora Catarina teve muita paciência para nos ensinar toda aquela matéria.
Adorei esta tarde! Aprendi muitas coisas fantásticas.
Rita Costa
4.º J

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Laboratório de Biologia

No dia 8 de Abril de 2008, a turma 4.º J foi à Escola Secundária Henrique Medina.
Fomos ao Laboratório de Biologia.
Lá vimos pinças, vidros de relógio, espátulas,caixa de petri, funil, goblés, etc.
Também vimos experiências com sangue, com bolor, com a epiderme da cebola, com microorganismos e com os poros do feto.
O sangue é um líquido muito importante sem o qual não podíamos viver. É composto por: glóbulos vermelhos (ou hemácias), glóbulos brancos, plaquetas sanguíneas e plasma.
Foi divertido ver no microscópio!
A experiência que eu gostei mais foi a do sangue.
Os alunos do 12.º E explicaram tudo muito bem.
Carolina Loureiro
4.º J

Laboratório Aberto


Hoje, dia 8 de Abril de 2008, a turma do 4.º J foi ao laboratório de Biologia e Geologia (bloco D) na Escola Secundária Henrique Medina.
Lá aprendemos muito com a turma da professora São Simões, a turma 12º E.
Quando entrámos deram-nos um panfleto sobre as coisas que íamos aprender. Primeiro fomos para uma sala onde estavam os materiais utilizados em experiências, tais como: frasco lavador (esguicho), caixa de petri, erlenmeyer, vidro de relógio, provetas, bureta, pipeta, matraz, espátulas, funis, goblés, balões volumétricos, tubos de ensaio e seu suporte, pinça de madeira, pinça de metal, tesoura, almofariz, conta-gotas, …
Depois fomos para outra sala onde fizemos seis experiências:
- Observação de células da epiderme da cebola;
- Observação ao microscópio dos esporângios dos polipódios;
- Observação ao microscópio do bolor do pão;
- Observação microscópica de microrganismos;
- Observação do sangue ao microscópio;
- Observação dos cloroplastos da elodea.
A seguir, já lá fora, a professora São Simões deu-nos um chocolate e aí acabou a nossa visita.
Gostei muito da visita!


Bruno Fernandes/4.º J

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Como cuidar da Floresta

No dia 14 de Março, as turmas do 4.º ano foram ao Monte de Faro, em Palmeira de Faro, para plantar árvores, mas primeiro apanhámos o lixo.
Cada grupo plantou uma planta e deu-lhe um nome à sua escolha e não só, também explorámos o monte, fomos ao riacho, etc.
Estivemos em contacto com a Natureza, com as borboletas e outros insectos.
Depois destas aventuras viemos embora e fizemos todos umna caminhada. Após convivermos com a Natureza viemos embora para o autocarro.
Já na escola a professora esteve a falar-nos de como é importante tratar da Natureza.
De tarde assistimos a um espectáculo chamado “A Abelha Mágica” com o palhaço Pintarolas.

Henrique e Cristiano
4.º J

Plantação de árvores no Monte de Faro

No dia 14 de Março, o nosso último dia de aulas para encerrar o 2.º período, os alunos do 4.º ano da EB1 de Esposende foram cuidar do Monte de Faro.
Durante a viagem vimos lindas paisagens. Mal chegámos a Palmeira de Faro avistámos o monte. Andámos um pouco e vimos toda aquela poluição.
O Senhor Engenheiro da Câmara Municipal de Esposende e algumas senhoras da Esposende Ambiente começaram por contar-nos o quanto o Monte de Faro é importante para toda a comunidade. Logo de seguida retirámos o lixo que prejudicava e poluía aquele adorado monte.
Lanchámos e só depois os alunos formaram grupos e foram escolher uma árvore para exibir na mata.
Plantámos a árvore e demos-lhe um nome. No fim de tanto trabalho embarcámos no autocarro e fomos embora.
Foi assim uma manhã maravilhosa e divertida!

Rita Costa e Marta
4.º J

O Dia Mundial da Árvore

No dia 14 de Março os alunos do 4.º ano foram visitar o monte de Faro, que se situa em Palmeira de Faro.
Plantámos plantas para comemorar o Dia Mundial da Árvore que se realiza no dia 21 de Março.
Cada pessoa escolheu um grupo, e cada grupo plantou uma árvore e deu-lhe um nome. O nosso grupo chamou-lhe “blue spear” (lança azul).
Antes disso recolhemos o lixo que vimos na mata.
Andámos a saltar riachos pelo bosque.
Foi muito divertido. Feliz Dia da Árvore e ajudem-nas a viver.

André e Marcelo 4.ºJ

terça-feira, 25 de março de 2008

Páscoa



O coelho atarefado


Chegou a Páscoa, o coelho Achocolatado estava muito atarefado na sua fábrica “Chocoovo”.
Os seus ajudantes nunca mais chegavam. De repente viram o portal de “Chocoovo” a abrir-se, era impossível! Lá dentro viam-se penas azuis, patas vermelhas, um bico castanho e uma crista cor-de-rosa, era uma galinha raríssima que já não se via há cem milhões de anos.
Achocolatado, como estava muito atarefado, aproveitou e foi logo para junto da galinha e perguntou-lhe:
- Ó galinha raríssima, queres trabalhar na minha oficina?
- Có, có, ró, sim, có, có, ró, sim – respondeu ela.
Como ela punha ovos de chocolate era mais fácil para o coelho trabalhar.
Quando acabavam de fazer os ovos metiam dentro um brinquedo e embrulhavam.
E foram companheiros para sempre!!

Mafalda e Maria João
4.º J

Paz
Amizade
Solidariedade
Comunhão
Ordem
Amor

Américo e Bruno
4.º J


Acróstico

Portugal Continental é um local que não faz mal.
Árvores preservar para o Mundo ajudar.
Senhor coelhinho traz-me um ovinho.
Carnaval já aconteceu e a Páscoa o sucedeu.
Ovos com cobertura são uma grande doçura.
A Páscoa está a chegar, vai ser uma festa de “bombar”.

André, Ernesto e Marcelo
4.º J

Páscoa

Páscoa tempo de Inverno
Tempo de Verão.
Chegou o coelhinho
Que é comilão.
Porque Deus assim quis
Eu comia ovos da Páscoa
E ele ficava Feliz!

Tiago David
4.º J

Páscoa


Páscoa feliz para todo o Mundo!
As pessoas dão amêndoas e ovos para saborear.
Sininhos a tocar, a alegria está no ar!!!
Crianças vão ver foguetes coloridos e garridos.
Os pássaros vão cantar ouvindo os sinos a tocar.
A todos desejamos uma Páscoa de encantar!!!

Mafalda e Maria João
4.º J

Páscoa


Pôr os ovos o coelho vai fazer´

Às escondidas ele vai jogar
Se o menino os encontrar
Coelhinho irá saltar
Orelhas grandes e nariz fininho
A sua mãe o vai acariciar.

João Miguel e Henrique
4.º J

Primavera












Dia do Pai






Desafio

Na passada sexta-feira, 14 de Março, os alunos do 4.º ano da EB1 de Esposende foram ao Monte de Faro, em Palmeira de Faro, para comemorar o Dia Mundial da Floresta e Dia da Árvore, participando numa reflorestação simbólica promovida pela escola em colaboração com a Câmara Municipal de Esposende.
Desafiamos todos os alunos que participaram nesta actividade a fazer um texto sobre a mesma para publicar no blogue “Pequenos Criadores”.
Os textos devem ser enviados por e-mail para:
Prof. Elisabete Abreu:
me.abreu@gmail.com
Prof. Ermelinda Manuel:
ermelindamf@portugalmail.com
Participa, contamos com a tua criatividade!










quarta-feira, 12 de março de 2008

Lê bem, pensa e resolve















O Sr. Timóteo tem apenas duas medidas para medir o leite: uma de 3 litros e uma de 5 litros.
A senhora Graça queria apenas 1 litro.
Como fazia o Sr. Timóteo para pesar?


2-




Um tijolo pesa um quilo e meio tijolo

Quantos quilos pesam dois tijolos?

sexta-feira, 7 de março de 2008

PENSA E RESPONDE



O senhor e a senhora Silva têm seis filhas e cada filha tem um irmão.

Quantas pessoas constituem a família Silva?

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O médico deu ao seu paciente 3 comprimidos para tomar um de meia em meia hora.

Quanto tempo se passa até que tome o último comprimido?

quinta-feira, 6 de março de 2008

Um bom desafio

A EB1 de Esposende aceitou o desafio da professora Ana Tavares, do Colégio da Gandarinha, para um intercâmbio de trabalhos e conhecimentos entre alunos do 4.º ano de escolaridade. Assim, enviou-nos o início de um conto que os seus alunos elaboraram para nós lhe darmos uma conclusão. Esta actividade estendeu-se às três turma do 4.º ano da nossa escola que participaram com muito entusiasmo. Aqui está o resultado do nosso trabalho.

Um amigo diferente

Era uma vez uma menina chamada Lara. Mas esta menina não era como as outras. Enquanto elas brincavam com as borboletas de todas as cores, a Lara ficava a olhar de longe.
Um dia, tentou aproximar-se de uma borboleta mas ela fugiu.
- Ninguém quer ser minha amiga! - disse a Lara a chorar.
Então, correu para a floresta porque não queria ver ninguém.
A noite chegou mas ela tinha corrido tanto que não encontrava o caminho de volta.
De repente, lá ao fundo, avistou uma luz estranha. Intrigada avançou sorrateiramente até ao arbusto de onde saía aquela luz lilás florescente. Ao espreitar, viu que era apenas um ovo.
- Pelo menos tu não vais fugir de mim como aquela borboleta. Vou cuidar de ti e vamos ser amigos. Mas… como é que tu serás? Não interessa, de certeza que vou gostar de ti.
Mas, mal acabou de dizer estas palavras, ouviu um barulho estaladiço. De dentro do ovo saíram duas pernitas que se puseram logo a abanar. Mal tocaram no chão, foi ver o ovo a andar por todos os lados e a bater em tudo o que aparecia. Foi então que o ovo bateu contra uma enorme árvore.
Crash!
O resto do ovo partiu e de lá saiu um pequeno monstrinho muito brilhante e irrequieto, que se pôs em fuga.
A Lara, que o achou muito bonito porque era diferente de tudo o que tinha visto até então, correu atrás dele. Não queria perder a oportunidade de ter um amigo assim!

Colégio da Gandarinha
Alunos do 4.º ano


Um amigo diferente
(continuação)

Seguiu-o com todas as forças que tinha até que o alcançou. Apesar de cansada, Lara aproximou-se delicadamente para não o assustar.
O monstrinho era lilás, com bolinhas verdes florescentes e tinha patinhas cor-de-rosa. A menina pegou cuidadosamente nele ao colo para o acariciar e tentou levá-lo para casa mas não sabia o caminho de volta.
De repente, o monstrinho disse:
- Eu sei o caminho para tua casa.
- Tu falas?! – Perguntou Lara muito admirada.
- Sim falo, e como vês tu consegues entender-me.
Mas, como já era tarde, já estava a escurecer e a lua a acordar, Lara e o monstrinho decidiram acampar na floresta. Só havia um problema: não tinham tenda.
O monstrinho, como tinha dentes de castor, disse:
- Eu posso ajudar. Eu consigo roer a casca dos troncos para fazer uma casa.
E assim fez. Com as cascas das árvores, folhas e ramos, construíram uma bela casa!
Quando terminaram estavam cansados e esfomeados, até tinham a barriga a “roncar”!
O monstrinho, como tinha uma cauda de ornitorrinco, bateu com a cauda no chão, deu um salto enorme e bateu contra os ramos das árvores de onde caíram vários frutos, como por exemplo nozes, castanhas e bolotas.
Como tinham frio recolheram paus e o monstrinho fez uma fogueira rodeada de pedras para não provocar um incêndio.
Depois de comerem, adormeceram e tiveram belos sonhos.
De manhã, quando o sol os beijou na face, acordaram e regressaram a casa da menina. Os pais estavam desesperados de preocupação, pois passaram a noite sem saber da sua querida filha.
Lara contou-lhes a sua aventura e a preciosa ajuda do seu novo amigo. Pediu aos pais para ficar com o monstrinho. Eles aceitaram e, os três em conjunto, decidiram chamar-lhe Rinco.
Assim Lara arranjou um amigo especial.

4.º J


Um amigo diferente
(continuação)

A menina, logo que apanhou o monstrinho, aconchegou-o nos seus braços e decidiu dar-lhe o nome de Dentinho.
Dentinho era amarelo e tinha lindos e brilhantes olhos azuis.
Lara resolveu procurar o caminho para sua casa mas, como já era noite, tropeçou numa pedra e caiu num buraco frio e escuro. Ao cair ela abriu os braços e Dentinho bateu as asas e voou pela primeira vez.
Como já era muito tarde, Lara estava bastante cansada e acabou por adormecer como um bebé. O monstrinho desorientado acabou por cair no mesmo buraco onde Lara se encontrava.
Ao amanhecer, Lara acordou e viu Dentinho com uma asa ferida. Então pensou:
- Tenho que levar o Dentinho ao veterinário.
Começou a pedir socorro e um caçador que por ali passava, ao ouvir os gritos, correu e conseguiu tirá-la do buraco. O caçador ajudou Lara a encontrar o caminho para casa.
A família da menina andava aflita à procura dela e, quando a viu chegar com o caçador, ficou felicíssima.
Nesse momento, Lara percebeu que afinal tinha grandes e bons amigos. Agora tinha dois novos amigos: o caçador que a salvou e o Dentinho.
Lara contou a história aos pais e eles decidiram ficar com o monstrinho. Levaram-no ao veterinário e ele ficou curado.

4.º L


Um amigo diferente
(continuação)

Correu, correu, correu, e cansada escorregou e caiu.
O pequeno monstrinho, apercebeu-se e aproximou-se de Lara.
- Precisas de ajuda? – perguntou com receio.
-Preciso da tua companhia…-respondeu Lara.
Aos poucos, Lara levantou-se e os dois procuraram o caminho de regresso a casa. Lara pegou no monstrinho e aconchegou-o com carinho. Mais tarde avistaram uma linda casinha de madeira. Entraram, deitaram-se e adormeceram num sono profundo.
Amanheceu, espreguiçaram-se felizes e continuaram o seu caminho. Sem se aperceberem, chegaram a casa de Lara.
-Cheguei, esta é a minha casa. – disse Lara.
- Não me vais deixar ficar sozinho, pois não? –perguntou o monstrinho muito aflito.
-Claro que não. Queres viver comigo?
-Sim, seremos para sempre amigos.
E assim, Lara encontrou um amigo, um amigo diferente… mas um amigo de verdade que jamais a abandonou…

4º K

Os salvadores

Lá alto, bem no alto do monte, vive Carlos, o salvador do Mundo. Ele salva quem precisa de ajuda.
Numa bela manhã de sol escaldante, Carlos levantou-se, tinha uma missão para cumprir.
A missão que Carlos tinha era: espiar o seu inimigo Tiago para saber o que ele dizia acerca dos seus salvamentos. E lá foi ele voando com a sua mota voadora.
Passados uns minutos viu uma casa aos elefantes. Carlos não sabia onde estava e então decidiu procurar no seu dicionário GPS onde estava.
A casa dos elefantes era mesmo a do seu inimigo.
Então espreitou pela janela estrelada mas não viu nada. Depois experimentou pôr-se em cima de um banco e viu o Tiago a tomar banho. Ele só falava que Carlos dizia que era o melhor do mundo.
Então Carlos decidiu tocar na campainha em forma de fogo. Tiago abriu a porta e perguntou ao seu inimigo se queria salvar o mundo com ele.
Tiago agradeceu o convite e lá foram os dois novos amigos salvar o mundo!
Assim, Carlos nunca mais espiou Tiago, o seu novo amigo!!!

Mafalda Torres
4.º J

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

TRABALHO COLECTIVO


3º H





Na sequência da exploração do texto “o inventor do impossível”, retirado da obra Estranhões e Bizarrocos de José Eduardo Agualusa, os alunos da turma 4.º J foram desafiados a construir um texto, utilizando algumas palavras do referido texto e cujo final seria um parágrafo de José Jorge Letria que lhes foi dado. Desse desafio surgiram estes e outros textos:

A reportagem

As crianças brincavam com um pássaro a vapor. Ouviam-se gritos e gritos. De repente, lembraram-se de Leonardo que estava na prisão e espalharam cartazes pela cidade a dizer para libertarem o especial inventor. Elas insistiam, estavam a tentar convencer os pais para libertarem Leonardo e também convenciam os guardas. Até que conseguiram! Libertaram Leonardo e o inventor saiu alegre da prisão.
Ouviram-se gritos de alegria e Leonardo estava-lhes muito agradecido.
Então o inventor decidiu fazer uma grande festa!!!
“Quando publiquei a reportagem sobre Leonardo, o gato inventor, toda a gente gostou muito mas ninguém acreditou. Estavam todos convencidos que se tratava de uma história inventada por mim num momento de inspiração.”
Maria João
4.º J

Leonardo, o gato inventor

Ia eu a passar quando parei em frente a uma oficina. Lá dentro estava um gato falante a trabalhar.
Na oficina ouvia-se gritos de crianças (produtor de gritos), festa (ambientador festivo), cartazes a andar (cartazes ambulantes), pássaros em forma de carro (pássaros todo-o-terreno), uma maquete de uma prisão de gelatina (prisão projectadora) e uma cidade de gomas (goma town).
Fiquei pasmado! Corri para o meu jornal, “O Diário de Ratázia” (de que sou director).
Cheguei lá, peguei no computador e comecei a escrever. Escrevi, escrevi, escrevi, até não conseguir mais (com a dor de dedos).
Quando acabei imprimi um exemplar e fui mandar fazer mais dez mil exemplares.
“Quando publiquei a reportagem sobre Leonardo, o gato inventor, toda a gente gostou muito mas ninguém acreditou. Estavam todos convencidos que se tratava de uma história inventada por mim num momento de inspiração.”
Bruno
4.º J

Reportagem sobre Leonardo

Estava Leonardo à janela quando olhou para a cidade. De lá viu as crianças.
As crianças brincavam perto da prisão. De repente apareceu um pássaro aos gritos pela cidade fora. Trazia uns cartazes a avisar que havia uma festa. As crianças foram para a festa e uma perguntou às outras se conheciam a reportagem de Leonardo e contou-a:
- “Quando publiquei a reportagem sobre Leonardo, o gato inventor, toda a gente gostou muito mas ninguém acreditou. Estavam todos convencidos que se tratava de uma história inventada por mim num momento de inspiração.”
Mafalda
4.ºJ

O gato inventor

Era uma vez um gato… inventor, chamado Leonardo.
Leonardo inventava pássaros mecânicos que eram um balde de lixo, uma máquina que fazia o som de gritos, festas, portáteis e até inventou botas a jacto e helicópteros que lançavam ovos podres.
Quando ia passear na cidade era um gato normal, as crianças gostavam tanto dele, que sempre que passava, das duas uma: ou lhe davam leite e bolachas ou festinhas.
Só que Bobi, um cão criminoso, que roubava tudo e mais alguma coisa, incriminou Leonardo de ter roubado um banco e Leonardo foi para a prisão.
As crianças fizeram cartazes a dizer:
- Libertem o Leonardo, ele não fez nada!
Leonardo com duas tigelas, quatro lâmpadas, uma tomada e muita electricidade, construiu um módulo de teletransporte.
Quando perceberam que foi Bobi iam libertar Leonardo se ele não tivesse fugido. Um jornalista publicou a reportagem e escreveu no seu diário:
“Quando publiquei a reportagem sobre Leonardo, o gato inventor, toda a gente gostou muito mas ninguém acreditou. Estavam todos convencidos que se tratava de uma história inventada por mim num momento de inspiração.”
Américo Magalhães
4.ºJ

O Leonardo

Leonardo era conhecido por Gato, o inventor mais famoso da cidade.
Ele inventou um pássaro que faz prisões, essa invenção foi a primeira, aos quatro anos.
O Leonardo era um grande inventor, um pouco disparatado.
Um dia ele foi gozado por crianças aos gritos porque inventou um pato vencedor.
Ele apresentou-o ao Presidente da Câmara. Ele gostou e fez uma festa cheia de cartazes.
A festa tinha muita gente, muitas pessoas importantes e o Presidente da Câmara.
Um jornalista disse:
“Quando publiquei a reportagem sobre Leonardo, o gato inventor, toda a gente gostou muito mas ninguém acreditou. Estavam todos convencidos que se tratava de uma história inventada por mim num momento de inspiração.”
Joana Moreira
4.º J

Um problema na estação de serviço

Na última sexta-feira, quando nós regressávamos do Porto, tivemos um problema com o carro.
O meu pai parou na estação de serviço para comprar óleo porque o carro estava a precisar.
Quando o meu pai tirou a tampa para pôr o óleo começaram os problemas. A tampa caiu para dentro do motor e ele não a conseguiu encontrar.
Arranjou uma lanterna, mas nem assim!
Então chamou o técnico da Mercedes que por fim resolveu o problema.
Regressámos a casa por volta das 23h45, cheios de sono e com vontade de ir para as caminhas.
Para o meu pai esta história foi muito aborrecida, mas o fim-de-semana compensou.

Henrique Medina Loureiro
4.º J

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Férias de Carnaval

Eu adorei as minhas férias de carnaval, foram demais!
Fui ao Porto. Quando lá cheguei vi muitas pessoas mascaradas e só conheci duas pessoas, que eram os meus avós, mas não vi os meus tios.
Eu fui mascarado de Zorro e o meu avô de pescador, pois ele gosta muito de comer peixe e também de pescar, é por isso que ele mora ao pé do rio.
A minha mãe foi muito bem vestida de rainha, o meu pai de rei, a minha irmã de bruxa feiticeira e a minha avó foi vestida de Índia. Os meus tios não quiseram desfilar no carnaval connosco.

Yaroslav
4.º J